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  • RINITE ALÉRGICA
    16/06/2012 - 21:12
     
    O que você precisa saber

    O nariz, um dos componentes das vias respiratórias, é responsável pela limpeza, umidificação e aquecimento do ar inspirado. Para cumprir essas tarefas adequadamente, ele possui um mecanismo complexo de defesa. Dessa forma, o mínimo contato com uma substância considerada tóxica pode fazer o organismo reagir para que essa tal substância não chegue aos pulmões. O Bloqueio nasal evita a passagem do agente agressor e os espirros e coriza o removem.

    A alergia é o resultado exagerado dessa defesa natural do organismo, pois os agentes que provocam a reação não são agressivos ao corpo humano. Ou seja, uma pessoa alérgica é hiperreativa a substâncias que numa pessoa não-alérgica não despertam resposta.

    O alérgico não nasce hiperreativo (com alergia), mas sim com a capacidade de sensibilizar-se a determinado fator. Tornar-se sensível significa passar a ter uma resposta de defesa a uma substância que antes era tolerada. Isso significa que podemos conviver com determinada substância por muitos anos, e vir a desenvolver a hiperreatividade mais tarde.

    Essa característica é passada dos pais para os filhos. Quando um homem e uma mulher alérgicos têm um filho, a probabilidade dessa criança ser alérgica é de cerca de 50%. No entanto, mesmo que nenhum dos pais apresente alergia, a criança ainda assim pode ter  manifestações alérgicas, como rinite, conjuntivite, asma e alguns tipos de alergia de pele. A forma mais comum, porém, é a rinite. Cerca de 25% das pessoas sofrem de rinite alérgica.

    Principais sintomas da Rinite Alérgica:

    • obstrução nasal (entupimento);
    • coriza;
    • espirros intensos;
    • coceira no nariz, nos olhos e na garganta.

    Os sintomas aparecem minutos após o contato com o alergênico, e podem voltar cerca de 4 a 6 horas depois.

    Causas da Rinite Alérgica:
    - No Brasil a poeira domiciliar é o fator de risco mais importante. Ela é constituída por descamação da pele humana e de animais, por restos de pelos de cães e gatos, restos de barata e outros insetos, fungos, bactérias e por ácaros, organismos microscópicos da família dos aracnídeos;

    - Existem vários tipos de ácaros. Entre todos, o que mais frequentemente está relacionado com a alergia é o Dermatophagoides ssp. (“aquele que se alimenta de pele”), visto que uma de suas fontes de alimentos é a descamação da pele. No colchão de nossas camas e nos móveis estofados de nossas casas, podem acumular-se muitos fragmentos de descamação de pele. Exatamente por essa razão, nesses locais, é grande a quantidade de ácaros, que vivem nas camadas profundas dos tecidos, abraçados às fibras. Ácaros não são capazes de viver sobre uma superfície lisa, por exemplo, em paredes;

    - Na região sul do país, quando ocorre a polinização das flores, é comum surgir um tipo de rinite alérgica bastante intensa por causa dessas partículas que se espalham no ar, principalmente no início da manhã.

    Tratamento da Rinite Alérgica:
    - Higiene ambiental = O melhor procedimento é evitar o contato com a substância que desencadeia os sintomas. No caso do ácaro, a casa e principalmente o quarto onde o alérgico dorme devem ser limpos com bastante frequência. O ideal é que não existam carpetes, cortinas, tapetes, bichos de pelúcia, almofadas e outros e utensílios que possam acumular poeira nos ambientes em que os portadores de rinite vivem. O uso de pano úmido na limpeza é uma forma bastante eficaz para remover a poeira. Outros fatores inespecíficos como as mudanças bruscas de temperatura, frio e umidade do ar são igualmente prejudiciais aos doentes com rinite alérgica. Se tiver crises regulares de rinite provocada por pólen, permaneça em ambientes fechados, sempre que possível, durante os meses mais quentes, especialmente, como dito anteriormente, na parte da manhã. Deve-se evitar o uso de lentes de contato quando a quantidade de pólen for elevada, pois elas poderão aumentar a irritação nos olhos. IMPORTANTE: resista à vontade de coçar os olhos.

    - Tratamento medicamentoso = Existe dois grandes grupos de drogas que podem ser usadas. Um tipo funciona preventivamente e outro apenas alivia os sintomas. Do ponto de vista farmacológico, dispomos de descongestionantes, anti-histamínicos, estabilizadores de membranas, e corticosteróides. Cada uma dessas drogas atua de forma diferente, e nenhuma é isenta de efeitos colaterais que, algumas vezes, podem ser severos.

    - Vacinas antialérgicas = Quando a higiene ambiental e os medicamentos falham, pode-se associar o uso de vacinas antialérgicas. Esse tratamento é longo, porém, quando feito corretamente, diminui a sensibilidade do doente àquela substância ao qual era alérgico. Muitas vezes, pode-se chegar ao ponto em que não há mais necessidade do uso de medicamentos.

    Se a rinite alérgica interferir no seu dia-a-dia, consulte um médico, que certamente investigará a natureza do problema. Ele poderá orientá-lo quanto aos tratamentos de dessensibilização.

    Obs: Embora muitos remédios antialérgicos ou de combate aos sintomas sejam vendidos sem receita médica, não é aconselhável fazer uso de qualquer medicamento sem orientação de um profissional.

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  • MULTIANÁLISES reduz ainda mais o tempo de entrega dos resultados
    16/06/2012 - 21:06

     

    Investimento em tecnologia aumenta a agilidade e a precisão nos exames

    O desenvolvimento tecnológico, inclusive o de TI (Tecnologia da Informação), representa um salto muito importante na área das análises clínicas. Os recursos utilizados pelos laboratórios de ponta demonstram um avanço significativo nas questões de segurança e agilidade nos processos que vão do cadastro do paciente à forma de entrega dos resultados.

    À frente desse processo, o LABORATÓRIO MULTIANÁLISES, investe pesado em tecnologia, o que, além de contribuir para que a região de Cruz Alta se fortaleça como referência em análises clínicas, significa que seus pacientes têm acesso a recursos encontrados apenas em grandes centros.

    Na automação laboratorial, que são os equipamentos tecnológicos de alta precisão utilizados pelos bioquímicos para preparação e análise das amostras, o MULTIANÁLISES adquiriu 5 novos aparelhos; entre os mais avançadas nas suas especificidades:

    - Na área de Hematologia = Sysmex XS-1000i. A Sysmex é a empresa líder no mercado diagnóstico desenvolvendo produtos e soluções nos segmentos de hematologia, uroanálise e coagulação para laboratórios em todo o mundo. O XS-1000i fornece resultados rápidos e confiáveis a partir de um pequeno volume de amostra. Utiliza a tecnologia de Citometria de Fluxo Fluorescente, que melhora a eficiência no diagnóstico.

    - Na área de Bioquímica = EOS Bravo Forte Plus. Além da excepcional confiabilidade, realiza mais de 300 testes em uma hora;

    - Provas de Coagulação = Coagulômetro HUMACLOT JUNIOR, da HUMAN. Coagulômetro ótico monocanal para a determinação dos parâmetros básicos do segundo estágio da hemostasia (cascata da coagulação) em plasma citratado. Podem ser realizados também testes de coagulação com a formação de fibrina como ponto final e o teste imunoturbidimétricos, como o D.Dímero quantitativo.

    - Analisador de Eletrólitos NA, K, Ca = SELECTION, da Prodimol.

    - Na área de Imunologia = ELECSYS 2010. Seu sistema de detecção é baseado no conceito da Eletroquimioluminescência (método de maior precisão), que permite um ganho extraordinário de sensibilidade e amplitude na faixa de medição.

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  • O PESO DA ABESIDADE NA SAÚDE DO BRASILEIRO
    26/04/2012 - 20:37

    Nos últimos cinco anos, segundo dados da pesquisa Vigitel (Vigilância de Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico), do Ministério da Saúde, o percentual de homens com obesidade nas principais capitais brasileiras subiu de 11,4% em 2006, para 14,4% em 2010. A pesquisa apontou também que 52% dos homens brasileiros apresentam sobrepeso. O cenário fica ainda mais preocupante se considerarmos os dados levantados pela Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF), realizada pelo IBGE, que diz: entre 2002 e 2009, o percentual de obesos passou de 9% para 12,4%. Isso mostra que o Brasil está acima da média mundial que, segundo dados da revista médica The Lancet, é de 10%.

    Entre as principais causas da obesidade, a que prevalece como a grande vilã é a adoção de um estilo de vida sedentário, somada a uma dieta rica em açúcares e gorduras e pobre em frutas, verduras, legumes e grãos. Assim, 45% da população consomem carne com excesso de gordura, mas apenas 15,4% ingerem o recomendado de frutas e hortaliças (no mínimo cinco porções semanais), segundo a Vigitel.

    A obesidade expõe o homem a problemas como diabetes tipo 2, hipertensão arterial, gota, apneia do sono, infertilidade e doenças relacionadas com o aumento de gordura no sangue (como as cardiovasculares, que incluem o infarto do miocárdio). Segundo o Ministério da Saúde, de 1996 a 2007 houve um crescimento de 10% no número de mortes causadas por diabetes, que está relacionada com o aumento de peso. O percentual de diabéticos no Brasil é de 6,4% da população. O diabetes já é a terceira causa de mortalidade do País, atrás apenas de doenças cerebrovasculares (derrame) e de coração.

    Como explica Rosana Radominski, presidente do Departamento de Obesidade da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), “A obesidade é tratada com mudanças de hábitos de vida, com alimentação saudável e com a prática de atividades físicas. Quando o paciente não responde a essas medidas não medicamentosas é indicado o uso de medicamentos e, em casos mais graves, a cirurgia bariátrica”. Vale lembrar que qualquer procedimento adotado para a perda de peso deve ser orientado por profissionais qualificados.

    O método mais simples para detectar o excesso de peso é o calculo do IMC (Índice de Massa Corporal). Basta dividir o peso da pessoa pela sua altura ao quadrado. Se, por exemplo, determinado homem pesa 90 kg e mede 1,65m, fazemos o seguinte cálculo: 90 dividido por 1,652 = 90 dividido por 2,7225 = 33,05 Kg/m2. Aqueles que registrarem marcas acima de 30 kg/m2 são considerados obesos. Entre 25 kg/m2 e 29,9 kg/m2, são indivíduos que estão com sobrepeso, ou seja, em risco de se tornarem obesos.

    O homem contemporâneo

    Contas para pagar, compromissos intermináveis, cobranças de esposa e filhos e, principalmente, excesso de responsabilidade no trabalho podem estar entre as principais causas da obesidade masculina na fase adulta. Foi a esta conclusão que chegou a pesquisa realizada pelo Departamento de Psicologia da Universidade de São Paulo (USP). De acordo com os pesquisadores, muito do ganho de peso está relacionado às questões como sustentar a família e garantir a educação dos filhos.

    Os resultados colhidos com a aplicação de uma escala baseada nos dados fornecidos pelos voluntários, que avaliou a adaptação nos campos afetivo-relacional, produtivo, sócio-cultural e orgânico, classificando a adaptação ao meio como eficaz ou ineficaz por parte do homem, apontaram o nível de dificuldade dos pacientes em lidar com as responsabilidades e também a relação do desequilíbrio emocional com o ganho de peso.

    Nos voluntários que apresentaram apenas sobrepeso, os resultados mostraram que estes têm melhor relação com as próprias emoções e a função parterna mais presente, seja como pais ou filhos. Os homens obesos apresentaram um histórico mais intenso de doenças associadas às dificuldades emocionais; e isso parece criar um padrão de comportamento onde a maior dificuldade não é perder peso, mas sim assumir o problema e perceber que, numa grande parte dos casos, as causas do ganho de peso são emocionais.

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