Notícias

  • DOCE ALÍVIO PARA A TOSSE
    13/08/2012 - 09:50

    Um novo benefício atribuído ao chocolate

    Ele derruba seu mais forte concorrente, a codeína, presente na maioria dos remédios industrializados.

    A maior parte das pessoas que procura nas farmácias um remédio para a tosse não responde bem ao tratamento. Da próxima vez, por que não tentar essa delícia que está ao alcance da mão em qualquer supermercado? Sabe-se que a theobromina, um derivado do cacau, é 1/3 mais eficiente que a codeína no combate à tosse. Essa é a conclusão de um estudo que mostrou a capacidade da theobromina em baixar os níveis de capsarcin no sangue – capsarcin é um composto que induz à tosse. O mesmo estudo constatou que a theobromina não apresentou efeitos colaterais sobre o sistema nervoso central e cardiovascular nem causou tonturas ou torpores. Um achado, não? Um remédio gostoso e natural, tudo o que sempre se desejaria encontrar na hora da necessidade.

    Saúde com prazer

    O chocolate apresenta outras qualidades: combate a depressão, é energético e rico em flavanóides, antioxidantes poderosos que diminuem a oxidação das gorduras e ajudam a preservar a qualidade de outros antioxidantes, como a vitamina A. Os flavanóides ainda têm ação antiinflamatória, regulam o sistema imunológico e afinam o sangue, protegendo o sistema cardiovascular.

    Ao escolher o chocolate, prefira o negro, por ter maior capacidade antioxidante. O chocolate branco, por causa do leite, não é indicado: a proteína do leite liga-se aos antioxidantes dificultando sua absorção pelo organismo.

    Na dose certa

    Consumido com critério, o chocolate é indicado para adultos e crianças, desde que não se encontrem em dietas de emagrecimento nem apresentem impedimentos outros, que requeiram supervisão, como diabetes. Adultos se beneficiam com o consumo de 1 a 3 barras pequenas por mês. Crianças, com até 6 barrinhas. Nos períodos de combate à tosse, melhor saboreá-lo em quantidades liberadas pelo médico.

     

    Fonte: www.drrondo.com

    ..............................++



  • VISÃO NOS PRIMEIROS ANOS DE VIDA
    16/06/2012 - 21:14
     
    Os cuidados que podem fazer toda diferença

    A velha expressão diz: “é preciso ver o mundo com os olhos de uma criança” – Henri Matisse (desenhista, escultor e pintor francês). Naturalmente, o artista falava sobre encantamento; ver as coisas como se pela primeira vez, sem preconceitos, sem restrições. As crianças têm naturalmente essa capacidade que a vida adulta tende a nublar.

    Claro que essa expressão é uma forma simbólica de representar a inocência e a pureza do olhar infantil e reconhecer a beleza que isso tudo significa. Porém, se considerarmos que a visão de uma criança é um dos sentidos mais importantes para ela conhecer e se reconhecer no mundo, aprender e interagir, a expressão ajuda também a percebermos o quanto o “olhar”, ou seja, a capacidade de ver os detalhes, as cores, as formas de tudo a sua volta, precisa de atenção e cuidados para que seja preservado da melhor forma possível.

    A Academia Americana de Oftalmologia (American Academy of Ophthalmology) alerta que mais de 20% das crianças em idade escolar sofrem com algum tipo de problema de visão. Ou seja, uma a cada quatro crianças apresenta miopia, hipermetropia, estrabismo ou outra dificuldade visual. Dados do Conselho Brasileiro de Oftalmologia mostram que 12% das crianças em idade escolar e pré-escolar precisam de óculos. Essa realidade pode ser consequência do grande esforço intelectual que as crianças vivem desde o nascimento. A televisão, o computador e o vídeo game estão também entre as principais causas dessa realidade. Estes aparelhos exigem muito do sistema visual da criança, chegando a impedir, em alguns casos, seu adequado desenvolvimento.

    Muitos pais, e até mesmo professores, têm dificuldade para perceber que os pequenos apresentam alguma restrição para enxergar, e este problema se reflete no aprendizado em sala de aula. Segundo oftalmologistas, 57% das crianças com problemas visuais são desatentas e agitadas. Daí a importância de reconhecer os sintomas o mais cedo possível e levar a criança ao médico. Os olhos se desenvolvem até os 7 anos e a falta do uso de óculos quando há a necessidade até essa idade agrava alterações como miopia, astigmatismo e hipermetropia (chamados de vícios de refração), o que pode levar ao estrabismo, devido ao esforço visual, e à perda da visão num dos olhos (ambliopia ou olho preguiçoso), a principal causa de cegueira infantil.

    O primeiro exame de vista deve acontecer aos 3 anos de idade, quando há histórico familiar de problemas de visão. Se os pais são míopes ou têm algum outro vício de refração, a criança deve ser levada ao oftalmologista aos 2 anos. Algumas dificuldades visuais também podem ser detectadas logo que o bebê nasce com o teste do olhinho, fazendo uso do oftalmoscópio. Este instrumento incide luz sobre a pupila (a parte escura no centro do olho que muda de tamanho de acordo com a intensidade do feixe luminoso sobre ela) para que se possa observar o reflexo retiniano. Na ausência de reflexo ou em casos de assimetria, o recém nascido deve iniciar um acompanhamento oftalmológico. O teste do olhinho previne e diagnostica doenças como a retinopatia da prematuridade, catarata congênita, glaucoma, retinoblastoma, infecções, traumas de parto e a cegueira. Segundo dados estatísticos, cerca de 3% dos bebês em todo o mundo apresentam algum desses problemas.

    Se o seu filho apresenta dor de cabeça ao sair da escola, tem olhos irritados ao fazer suas tarefas escolares ou franze a testa no momento de ler, é possível que ele apresente dificuldade para enxergar. Leia abaixo dicas de como reconhecer alguns dos principais problemas de visão nas crianças:

    - as crianças que sofrem de miopia, se caracterizam por não verem corretamente objetos ou pessoas que se encontram distantes. As crianças podem apertar os olhos para focalizar melhor. Aquelas que não usam óculos, normalmente, são mais tímidas e distraídas, e preferem atividades como a leitura, pintura ou trabalhos manuais. Os sintomas podem ser confundidos com transtornos da escrita, como é o caso da dislexia, já que muitas crianças, por não conseguirem ter uma boa definição visual, podem trocar, ao copiar de uma lousa, letras como o p pelo q, ou a letra d pelo b;

    - a hipermetropia é justamente o contrário da miopia. Os afetados pela hipermetropia têm uma percepção borrada de objetos próximos. É normal das crianças, ao forçar a vista, apresentarem dor nos olhos ou cabeça, lacrimejarem e piscarem frequentemente. Geralmente, preferem brincar ao ar livre;

    - uma criança com astigmatismo tem uma visão deformada das coisas, tanto de longe como de perto. A doença pode estar associada à miopia ou à hipermetropia, apresentando sintomas de ambas as patologias;

    - ambliopia ou olho vago, consiste na perda parcial da visão em um ou nos dois olhos. Não pode ser corrigida com lentes. A melhor forma de combatê-la é detectá-la e tratá-la antes dos 7 anos (idade da maturidade visual). Se não for tratada precocemente pode resultar numa grande perda de visão do olho afetado, já que este não se desenvolve adequadamente e, pouco a pouco, deixa de enxergar;

    - o estrabismo é uma perda de paralelismo dos olhos, onde cada um deles foca em uma direção diferente. Esse defeito ocular supõe um problema grave do sistema visual que deve ser avaliado imediatamente por um especialista. O tratamento do estrabismo, de modo geral, é feito com o uso de óculos, oclusão (tampão em uma das lentes) e em alguns casos, cirurgia. O ideal é que o tratamento seja feito até os 7 anos de idade. Após esse período, a recuperação da visão torna-se mais difícil.

    Outra questão importante no processo de maturidade visual é o estímulo para que esse processo ocorra da melhor forma possível. Pintura, desenho, construção de objetos e montagem de quebra-cabeças são algumas brincadeiras que devem ser estimuladas para ativar o cérebro e exercitar os olhos. O bebê não nasce, por exemplo, com visão tridimensional, mas a desenvolve através do movimento dos olhos, da forma como vê e pega os objetos e da movimentação espacial. As ações que estimulam as áreas cerebrais que avaliam a distância e a profundidade garantem que a criança, no futuro, tenha também maior segurança e facilidade no uso de suas habilidades visuais.

    Dicas de como os pais podem identificar possíveis problemas de visão nos filhos

    Observe se a criança:

    - em vez do reflexo vermelho, que normalmente surge nas fotografias domésticas, ela apresentar uma mancha branca nos olhos;
    - não liga pontos sequencialmente de modo claro e rápido;
    - fica com a cabeça muito próxima ao livro de histórias;
    - só consegue ler se usar o dedo para acompanhar;
    - quando lê, tende a tombar a cabeça para um lado;
    - não troca sempre de lápis de cor;
    - tropeça com freqüência;
    - demora a chutar uma bola;
    - não gosta de brincar de encaixar peças.

    Demonstre que você é um pai ou uma mãe de visão. Na identificação de qualquer um desses padrões de comportamento, leve seu filho imediatamente para consultar um oftalmologista.

    ..............................++



  • DICAS PARA PREVENIR E CONTROLAR A HIPERTENSÃO
    16/06/2012 - 21:13

    Recentemente o Ministério da Saúde divulgou novos dados sobre a Hipertensão: 23,3% da população brasileira sofre com essa doença. Em relação a 2006, os números não representam um avanço, já que há 5 anos 21,6% dos brasileiros foram diagnosticados como hipertensos.

    A pesquisa, que foi realizada com 54.339 adultos, mostra que o diagnóstico de hipertensão é maior em mulheres (25,5%) do que em homens (20,7%). Como se esperava, foi novamente detectado que a incidência da doença aumenta com a idade, atingindo mais de 50% das pessoas acima dos 54 anos.

    Conhecida como pressão alta, a hipertensão é uma doença crônica que não tem cura, mas pode ser controlada.  Normalmente, um paciente com pressão igual ou superior a 140/90mmHg é diagnosticado como hipertenso.

    Essa doença pode desencadear problemas que envolvem o sistema circulatório, desde um infarto até um derrame cerebral. No entanto, pequenas mudanças de hábito podem proteger seu organismo. Confira as dicas para afastar esse mal muitas vezes silencioso:

    - O excesso de sal na dieta leva à retenção de líquidos, acarretando a hipertensão. Hoje existe uma boa substituição: o sal diet pode ser útil na dieta do hipertenso, substituindo parte do cloreto de sódio pelo cloreto de potássio, sendo esse último um elemento muito importante na prevenção e no tratamento da hipertensão arterial. Além dos cuidados em relação ao consumo de sal, quem já apresenta a hipertensão deve seguir uma dieta balanceada, privilegiando frutas e verduras, carne magra, laticínios desnatados, grãos e cereais;

    - A caminhada reduz a pressão arterial na primeira hora de atividade e, o que é melhor ainda, essa queda se mantém nas próximas 24 horas. Atividades físicas regulares, principalmente as aeróbias, contribuem para a melhora de todo o sistema circulatório e pulmonar. Importante: Antes de iniciar qualquer atividade física consulte um especialista e faça uma avaliação geral;

    - Pesquisadores do Instituto de Nutrição da UFRJ descobriram que o acúmulo de gordura na cintura tem grande influência na hipertensão. É um sinal de alerta quando as medidas ultrapassam 102cm para os homens e 88cm nas mulheres, pois essa gordura abdominal duplica as chances de hipertensão, infarto e diabetes. Para reduzir os alimentos gordurosos na alimentação vale incluir frutas, verduras e legumes. Cortar a carne não é preciso, mas dê preferência aos cortes magros como filé mignon e músculo;

    - O tabaco, em conjunto às outras substâncias tóxicas do cigarro, eleva a pressão imediatamente, além de comprometer toda a sua saúde a longo prazo. Cortar o cigarro é fundamental;

    - A redução da ingestão de álcool também auxilia o controle da pressão arterial, porém não é necessária a abstinência. A recomendação é a seguinte: a ingestão de bebida alcoólica deve ser limitada a 30g álcool/dia contidas em 600 ml de cerveja (5% de álcool) ou 250 ml de vinho (12% de álcool) ou 60ml de destilados (whisky, vodka, aguardente com 50% de álcool). Este limite deve ser reduzido à metade para homens de baixo peso, mulheres e indivíduos com sobrepeso e/ou triglicérides elevados;

    - O estresse aparece como resposta do organismo às sobrecargas físicas e emocionais, desencadeando a hipertensão e doenças do coração. Uma das doenças relacionadas à estafa, ou seja, a doença mais conhecida como fadiga, que causa dores musculares e cansaço físico ocasionados principalmente pela combinação entre desgaste excessivo e pela má alimentação. Nestes casos, o tratamento é uma mudança radical na rotina e na alimentação. As dicas dos especialistas são controlar as emoções e procurar incluir atividades relaxantes na sua rotina;

    - Avaliações regulares do funcionamento do coração não só ajudam a identificar o problema no começo, facilitando o tratamento, como servem para adequar o uso de medicamentos de forma mais eficaz. No mínimo uma vez por ano, todas as pessoas devem medir a pressão arterial. A recomendação é da Sociedade Brasileira de Hipertensão, que alerta para esse simples exame como uma forma de prevenir problemas mais sérios. Quem já possui a doença deve ir medi-la mensalmente e ir ao médico a cada seis meses para verificar a eficiência da medicação;

    - Um estudo realizado pela Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, revelou que 20% dos casos de hipertensão em mulheres estão associados ao descontrole dos níveis da pressão arterial em decorrência da falta de vitamina D no organismo. A vitamina D pode ser encontrada na manteiga, gema de ovo, fígado, entre outros, mas sua principal fonte de absorção é a luz solar. Com a falta da vitamina, o organismo feminino faz um esforço três vezes maior para manter seu equilíbrio circulatório e acaba sobrecarregando algumas funções como a irrigação das artérias, o que gera um aumento na pressão e desconfortos, como tontura e transpiração excessiva;

    - De acordo com um estudo publicado na revista científica Archives of Pediatric and Adolescent Medicine, as crianças que passam muito tempo em frente à televisão têm mais chances de apresentar elevação da pressão arterial independentemente do seu nível de gordura corporal ou peso. A pesquisa analisou a relação entre a pressão arterial das crianças e sua escolha de passatempos passivos, como assistir à TV, usar o computador e ler. De acordo com os pesquisadores, ver TV é mais nocivo do que jogar vídeo-game, por exemplo, porque a ação de jogar demanda o mínimo de movimentos da criança. Já a TV, além de estimular o comportamento passivo, normalmente vem associada ao consumo de guloseimas, como salgadinhos e biscoitos, cheios de sal e gordura, que também contribuem para o aumento da pressão;

    - Um estudo realizado pela Universidade de Bristol, na Grã-Bretanha, sugere que a atividade sexual com certa frequência diminui os riscos de infarto fatal. A pesquisa contou com a colaboração de três mil homens de 45 a 59 anos de idade. Segundo os cientistas, os homens que afirmaram ter níveis baixos ou moderados de atividade sexual ficaram mais expostos ao risco de morte súbita. Eles descobriram que mesmo que a pressão arterial suba durante a relação sexual, na sequência a pressão é reduzida, mantendo uma relação de saúde para o organismo, afastando o risco de infarto.

    Importante destacar que as informações contidas neste texto não substituem o aconselhamento e o acompanhamento de profissionais especializados.

    ..............................++



Páginas