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  • IMC – Calcule o seu e viva com saúde
    28/11/2013 - 09:17

    O Índice de Massa Corporal (IMC) é uma das formas mais utilizadas para determinar se os níveis de gordura e o peso da pessoa estão dentro do recomendado pela Organização Mundial de Saúde. Obtém-se o resultado dividindo o peso da pessoa em quilos pela altura em centímetros elevada ao quadrado.

     

    Tabela IMC para adultos

     

    IMC = P (KG) /A2 (CM)

    IMC

    CLASSIFICAÇÃO

    18,5 ou menos

    Abaixo do peso

    18,5 a 24,4

    Peso normal

    25 a 29,9

    Sobrepeso

    30 a 34,9

    Obesidade I

    35 a 39,9

    Obesidade II

    40 ou mais

    Obesidade III

     

    Quem está acima do peso indicado pode desenvolver doenças como diabetes, problemas cardíacos, alguns tipos de câncer, entre outros problemas. Já quem está abaixo, também pode desenvolver doenças, mas devido à subnutrição.

    Apesar de ser preciso na maioria das vezes, o resultado do IMC pode superestimar ou subestimar a gordura corporal por não diferenciá-la da massa muscular. Atletas tendem a ter uma porcentagem de gordura corporal muito baixa, mas em compensação, muita massa muscular. Às vezes, o resultado entra na classificação de sobrepeso, mas a pessoa está saudável.

     

     

    O IMC na terceira idade

     

    Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a tabela de IMC para idosos é diferente da tabela de IMC dos adultos. Durante a "terceira idade" (após os 65 anos) as pessoas costumam perder massa óssea e também massa muscular (massa magra) e o corpo passa a acumular mais gordura (daí a flacidez).

    Isso faz com que a média de IMC (e toda a tabela de IMC para terceira idade) vá aumentando aos poucos. Então quando se começa a atingir certa idade, é comum as pessoas irem ganhando peso, pois faz parte da fisiologia de todos os seres humanos.

    Claro que não podemos usar isto como desculpa para descuidar da alimentação, dos exercícios físicos, do peso e de todos os outros fatores que implicam em nossa saúde. Fique atento para envelhecer com saúde.

     

    Tabela de IMC para idosos (após 65 anos) – Feminina

     

     IMC

     CLASSIFICAÇÃO

     abaixo de 21,9

     Abaixo do peso

     entre 22 e 27

     Peso normal

     entre 27,1 e 32

     Sobrepeso

     entre 32,1 e 37

    Obesidade I

     entre 37,1 e 41,9

    Obesidade II

     acima de 42

    Obesidade III

     

     

    Tabela de IMC para idosos (após 65 anos) - Masculina

     

     IMC

     CLASSIFICAÇÃO

     abaixo de 21,9

     Abaixo do peso

     entre 22,0 e 27,0

     Peso normal

     entre 27,1 e 30,0

     Sobrepeso

     entre 30,1 e 35,0

    Obesidade I

     entre 35,1 e 39,9

    Obesidade II

     acima de 40

    Obesidade III

     

     

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    Circunferência da cintura

     

    Excesso de peso, mensurado pelo índice de massa corporal, não é o único risco para a sua saúde. A localização da gordura em seu corpo também é. Se você carrega gordura, principalmente na região abdominal ao redor da cintura, estará mais propenso a desenvolver problemas de saúde do que se a maior parte da gordura estiver nas coxas e/ou quadris. Isso vale mesmo se o seu índice de massa corporal estiver na faixa considerada normal. Mulheres com uma medida da cintura de mais de 88 centímetros, ou homens com a medida da cintura de mais de 100 centímetros, têm maior risco de sofrer enfermidades do que pessoas com menor medida de cintura.

    Para medir sua circunferência da cintura, coloque uma fita métrica em volta do seu abdômen nu um pouco acima do osso do quadril. Certifique-se que a fita esteja justa, mas não a ponto de comprimir sua pele; e esteja paralela ao solo (na horizontal). Relaxe e meça sua cintura.

    Uma boa dica é procurar regularmente seu médico para ter um acompanhamento profissional.

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  • ESTRESSE - 12 DICAS PARA VENCÊ-LO
    19/11/2013 - 20:58

    O estresse pode ser considerado uma reação física a determinadas questões capazes de alterar o equilíbrio emocional do indivíduo. Tem relação direta com quatro sistemas do organismo humano: o esqueleticomuscular, o imunológico, o gastrointestinal e o cardiovascular. A sensação pode ser determinada pelo cansaço (físico e psicológico), gripe, gastrite, dores no peito, palpitações, entre outras manifestações clínicas.

    O principal fator que provoca o estresse é a sobrecarga no trabalho (acúmulo de responsabilidades), e a falta de organização e capacidade de distribuir as tarefas. Os problemas considerados de difícil solução que as pessoas enfrentam no dia-a-dia também levam ao estresse. De um modo geral, o ideal é quebrar a rotina fazendo outras atividades ou exercícios físicos nas horas de lazer. Além disso, uma alimentação balanceada, rica em carboidrato e proteína, bem como pobre em gordura, ajuda a prevenir o estresse. Importante destacar que a gordura, além de contribuir com os malefícios do estresse, também pode causar outros problemas para nosso organismo, principalmente para quem não pratica nenhuma atividade física. Evidentemente, doces também devem ser evitados, ou consumidos de vez em quando. O melhor é substituir tudo isso por pratos leves, preferencialmente acompanhados de salada.

    O estresse só é caso de doença se estiver somado a outros fatores de risco, como cigarro, sedentarismo ou má alimentação, podendo então provocar distúrbios cardiológicos. Além disso, como já foi citado, pode causar manifestações clínicas, como gastrite (devido à falta de apetite), dores no peito, palpitação (provocada pela descarga de adrenalina), e outras.

    Consultar um especialista sempre ajuda, pois o psicólogo e o psiquiatra levam as pessoas a encontrar um caminho para a resolução de problemas. Mas vale lembrar que, para evitar uma consulta a um especialista, tentar se organizar identificando e resolvendo os problemas por etapas é outra saída.

    Todo tratamento, incluindo a duração e exercícios recomendados, varia de acordo com cada caso e com o nível de estresse apresentado. Há grande discussão sobre os exercícios ideais. As atividades aeróbicas - caminhada, corrida, natação e bicicleta – são, de um modo geral, mais eficazes. Mas há também a possibilidade de um acompanhamento terapêutico, com técnicas de relaxamento, respiração, yoga, meditação, dança, entre outras.

    O uso de medicamentos deve ser sempre prescrito por um especialista e também varia de acordo com cada caso, podendo ser utilizados tranquilizantes, antidepressivos, entre outros. O tratamento para o estresse visa equilibrar “relaxamento e preocupação”. Os sintomas podem voltar dependendo das questões do dia-a-dia do indivíduo. Para isto, há uma reorientação.

    Prevenir o estresse não tem grande mistério. Basta que se tenha uma boa qualidade de vida social, sabendo conciliar a tensão da rotina de trabalho, as horas de lazer e as atividades físicas. Abaixo, 12 dicas para reduzir a ansiedade e o estresse:

    1ª) Desintoxique-se: pratique a alimentação desintoxicante diariamente, fazendo uso de sucos especiais - como clorofila ou clorofila com abacaxi - uma ou mais vezes por dia, sendo o primeiro em jejum logo ao levantar.

    2ª) Alongue-se: a atividade física é um excelente antídoto para a ansiedade e o estresse, cinco minutos de alongamento antes de dormir podem fazer maravilhas pelo sono.

    3ª) O ritmo da vida: as leis naturais obedecem a um ritmo. Existe hora para acordar, se alimentar, trabalhar e relaxar. O organismo gosta de rotinas e elas podem favorecer no combate à ansiedade. Quanto mais regular o horário das refeições e de dormir melhor para um organismo debilitado.

    4ª) Ficar só: experimente ficar por um tempo escutando e dando atenção para sua respiração, o importante é dedicar-se a você de vez em quando.

    5ª) Pratique yoga, tai chi chan ou alguma prática oriental: sem risco de se machucar, você ainda reaprende a respirar, meditar e flexibilizar suas couraças musculares.

    6ª) Receba massagem: pelo menos uma vez por semana não abra mão deste momento para você mesmo.

    7ª) Valorize bons momentos: é responsabilidade nossa mudar os pensamentos destrutivos e negativos e colocar no lugar os bons pensamentos.

    8ª) Sem exagero: a ansiedade gosta de exagerar e dramatizar as coisas. Neste momento, rir é o melhor remédio, o sorriso aumenta a produção de endorfinas e serotoninas.

    9ª) Pega leve: todo mundo tem o direito de errar ou de cometer enganos. Excesso de controle e perfeição só serve para afastar as pessoas uma das outras.

    10ª) Busque contato com a natureza: ela descarrega você de tudo que está em desequilíbrio. Portanto, caminhe descalço na terra, na praia, tome banho de mar ou cachoeira, admire o horizonte, o pôr-do-sol, as estrelas e o canto dos pássaros.

    11ª) Aproveite o trânsito: tenha sempre no carro MP3 e CDs com músicas que o ajudem a relaxar.

    12ª) Meditação: Qualquer que seja a técnica eleita, o espaço será sempre o mesmo: o de você ficar mais presente, mais atento ao que seu coração fala. É ficando consigo mesmo que você poderá tomar decisões lúcidas, conscientes e mais vitoriosas.

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  • Alimentos que você não deve apresentar para o seu filho
    22/10/2013 - 22:08

    Mamães e papais recentes costumam exercer - na rotina de cuidados com o bebê - aquele papel norteador de apresentar o mundo aos pequenos. E os momentos e hábitos alimentares são ingredientes fundamentais nesse "menu de cuidados".

    Na realidade, a prática de uma alimentação saudável deve ter início nos primeiros tempos da criança. Não que o sabor das guloseimas deva ser negado o tempo todo, mas é importante que sejam estabelecidos critérios para as refeições. Afinal, hábitos bons e ruins formam-se desde cedo. E se a mamãe, ainda na infância, conseguir estimular a criança a sabores saudáveis, com os nutrientes necessários ao organismo e livres de aditivos potencialmente nocivos, obedecendo-se naturalmente a necessidades e exigências de cada fase, tudo ficará mais fácil depois, com riscos menores de problemas futuros, como obesidade, hipertensão e outros, decorrentes de uma alimentação indevida.

    Conselhos dos pediatras
    Para ajudar a esclarecer as mamães-leitoras sobre alimentos adequados e, principalmente, sobre aqueles que devem ficar fora do cardápio - pelo menos em algumas etapas da infância - consultamos dois pediatras. Daniel Becker, por exemplo, que atua com seus pacientes mirins há 25 anos, acredita que não devam existir proibições absolutas, "excetuando-se os casos específicos de intolerâncias e alergias (que são individuais)", ele destaca. Becker detalha: "Existem, na verdade, recomendações sobre o que é e o que não é saudável. E aí entra o bom senso pra saber oferecer certos alimentos em situações de exceção, de saída da rotina, alimentos que alegram e colorem a vida. Por exemplo, o sorvete não deve ser parte da rotina alimentar de uma criança, mas não dar sorvete numa festa ou num passeio de fim de semana seria um pecado".

    Alimentos que devem ser evitados
    O pediatra alerta sobre os perigos que podem decorrer da má condução da alimentação infantil. Ele conta que, no consultório, faz frequentes ressalvas contra alimentos industrializados, por exemplo. Isso porque estes vêm, quase sempre, com conservantes químicos, saborizantes e muito açúcar - o grande vilão neste caso. Becker explica que essa quantidade de açúcar é muito maior do que a normalmente usada em casa. O pediatra cita vários alimentos sabidamente nocivos:

    - cereais processados (flocos de milho e farinhas de bebê);
    - refrigerantes;
    - salgadinhos, batatas fritas de saquinho - repletos de sal e monoglutamato de sódio, além dos carboidratos ultraprocessados;
    - geleia de mocotó e gelatina ("açúcar e tinta, para quê?");
    - molhos industriais;
    - embutidos, carnes processadas.

    Sobre os refrigerantes, Daniel Becker ressalta que devem ser evitados a todo custo, já que são apenas "calorias vazias e cheias de química". Quanto aos salgadinhos e às batatas fritas de saquinho, ele levanta a questão da formação do hábito alimentar, já que costumam provocar uma reação negativa na criança: ela passa a desejá-los e a não aceitar mais comida natural. Becker lembra, ainda, o "fantasma colorido" do fast-food. E completa: "Muitas calorias, muitos aditivos químicos, muito sofrimento animal para engordar seus filhos. Não podemos oferecer coisa melhor? Em vez de uma ida ao fast-food, por que não um piquenique no parque? Aposto que vai ser muito mais divertido, extremamente saudável e mais inesquecível".

    O médico também destaca os alimentos duros e pequenos - e de difícil mastigação - que, para evitar os engasgos, não devem ser dados às crianças: passas, balinhas e pipocas, por exemplo (são perigosos até os três anos).

    O incentivo a uma alimentação saudável
    A pediatra Thatiane Mahet, por sua vez, fala sobre a oferta de alimentos tendo como parâmetro a idade da criança. Ela especifica que até os 6 meses a alimentação deve ser composta apenas pelo leite materno, lembrando que em tal fase outros alimentos podem fazer mal ao bebê, como os tradicionais chás, passíveis de provocar diarreia e, ainda, leite de vaca in natura.

    A médica indica o que deve fazer parte da alimentação complementar aos 6 meses: frutas, legumes, verduras, carboidratos (arroz, macarrão, batata) e leguminosas (feijão, por exemplo).

    Mais alertas
    Thatiane Mahet também ressalta que, nessa fase, devem ser evitadas frituras (todos os alimentos devem ser cozidos ou assados), já que estas são grandes fontes calóricas e sua ingestão sem moderação pode levar a uma obesidade precoce. A pediatra ressalta aí que o acúmulo desta gordura em vasos do corpo pode, inclusive, aumentar o risco de acidentes vasculares na fase adulta.

    O "petit suisse cor-de-rosa" faz mal?
    E a médica faz o grande alerta dos pediatras para esse período: a contraindicação para a ingestão de açúcares. Thatiane Mahet aconselha aos pais não darem chocolate, por exemplo, às crianças nos primeiros tempos. Ela destaca a sua ação nociva, devido ao excesso de calorias e à alta concentração de açúcar para uma criança antes de 1 ano. A pediatra lembra, ainda, o fato de alguns chocolates terem em sua constituição leite de vaca in natura, que, rigorosamente, não deve entrar na dieta do bebê no primeiro ano. Pelo mesmo motivo - e por conter muitas calorias para tolerância em certa fase -, a médica desaconselha a oferta do "queridinho das crianças" petit suisse com polpa de frutas antes de 2-3 anos.

    Substituição de alimentos nocivos por opções saudáveis
    Thatiane acredita que a melhor substituição se dê por meio de itens naturais semelhantes. Exemplificando: um refrigerante pode ser substituído por sucos de frutas ou mates (sendo que mates não devem ser oferecidos à criança antes de 2-3 anos); um doce pela fruta predileta da criança, e assim por diante. Ela sugere essa tática da troca como melhor alternativa para o caso. Como Daniel Becker, ela acredita que proibir algo aos pequenos nessa era globalizada, de tanta oferta e informação, não é uma boa ideia. E arremata: "A palavra-chave em alimentação infantil é equilíbrio. Todos os alimentos - com algumas exceções e respeitando-se as diferentes fases - podem ser oferecidos aos pequenos, desde que com moderação: uma criança de 4 anos, por exemplo, pode comer uma pizza ou um hambúrguer de vez em quando, porém sua alimentação nos outros dias precisa ser saudável".

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