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  • Lanchar no trabalho
    18/07/2015 - 14:34

    Para manter o pique diário das jornadas é necessário estar com a saúde forte e, como sabemos, isso depende muito da forma que nos alimentamos e das comidas que ingerimos regularmente. Na semana do trabalhador, dentre as eternas lutas e reivindicações das classes, uma poderia entrar em pauta: o direito à alimentação saudável! As demandas cotidianas e correrias do dia a dia fazem de todos nós, trabalhadores, alvos irrestritos dos maus hábitos, sobretudo quanto à alimentação.

    Às vezes não dá nem para almoçar. Em outras ocasiões, o tempo urge tão ferozmente que só dá para comer produtos industrializados e de preparo rápido. A verdade é que equilibrar a vida entre trabalho e dieta é uma missão cada vez mais difícil de cumprir. Independente disso, é fundamental estar alimentado durante o dia todo. Pequenas refeições de 3 em 3 horas, ou no máximo de 5 em 5 horas, mesmo que se tenha pouco tempo, fazem uma grande diferença na vida das pessoas.

    Como melhores opções para essas refeições intermediárias temos as frutas, iogurtes com baixo teor de gordura, apenas para quem tem geladeira à disposição no trabalho ou lancheira térmica, e castanhas, que são excelentes opções, por não ocuparem espaço e não precisarem de refrigeração, basta apenas ter moderação no consumo. As barrinhas de cereais são comumente escolhidas pela praticidade, mas devemos ter sempre atenção às quantidades de açúcar, sódio e gordura nas barrinhas (e industrializados em geral) selecionadas.

    Para quem fica muito tempo fora de casa, sanduíches com pão integral, folhas, tomate e queijo branco também são boas opções, lembrando que devem sempre ficar refrigerados. Por isso, uma lancheira térmica é um item indispensável.

    Veja, abaixo, uma lista de alimentos indicados para quem trabalha o dia inteiro!

    – Frutas: Não restam dúvidas que as frutas são consideradas as melhores opções para qualquer dieta nutricional. Comparadas a outros alimentos, elas apresentam grandes benefícios, que não se restringem somente ao sabor e ao bem-estar que proporcionam. Dependendo de sua composição, elas podem conter propriedades digestivas e até otimizar a absorção de alguns minerais contidos durante a refeição.

    – Iogurte: Versátil e delicioso, o iogurte cabe em diferentes partes do dia. Pode ser em um saboroso café da manhã, do lanche da tarde, ou até mesmo dentro de uma receita. Faz parte da lista dos superalimentos; ou seja, a cada pedaço consumido, uma grande quantidade de nutrientes que beneficiam o organismo nos acompanha.

    – Barrinha de Cereais: Feitas para atender as demandas dos tempos atuais, as barrinhas de cereais se encaixam perfeitamente no cardápio do dia a dia. Dê preferência às barrinhas, pois, além de saborosas, elas podem complementar uma dieta saudável, aumentando o consumo de fibras e vitaminas, ajudando na redução da absorção de gorduras e sensação de saciedade. Algumas barras substituem muito bem uma sobremesa.

    – Castanhas: Também conhecidas como frutas oleaginosas, as castanhas são ótimas para incorporá-las na rotina da vida contemporânea. Por possuírem uma grande variedade de formas e sabores, as ela são consideradas petiscos práticos e saborosos, fáceis de levar na bolsa. São bastante ricas em nutrientes como selênio e vitamina E, ambos com ação antioxidante.

    – Pão Integral: Ideal para sanduíches e lanchinhos, a massa integral é muito mais rica em fibras, vitaminas e minerais do que as de pães comuns. Eles têm menos açúcares e gorduras, o que ajuda n a função intestinal e aumenta a sensação de saciedade após a refeição.

    – Queijo Branco: Fonte dos mais diversos nutrientes, a tradicional iguaria é presença quase obrigatória em dietas para o dia a dia. Por sua flexibilidade alimentar, ele pode ser consumido a qualquer hora, em qualquer refeição, desde que não seja em grande quantidade.

    Estas são apenas algumas opções saudáveis. No entanto, vale a dica de sempre: consulte um especialista para que a dieta possa ser completamente adequada à sua vida. Bom apetite!

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  • A visão nos primeiros anos de vida – cuidados que fazem a diferença
    29/06/2015 - 21:28

    A velha expressão diz: “é preciso ver o mundo com os olhos de uma criança” – Henri Matisse (desenhista, escultor e pintor francês). Naturalmente, o artista falava sobre encantamento; ver as coisas como se pela primeira vez, sem preconceitos, sem restrições. As crianças têm naturalmente essa capacidade que a vida adulta tende a nublar.

    Claro que essa expressão é uma forma simbólica de representar a inocência e a pureza do olhar infantil e reconhecer a beleza que isso tudo significa. Porém, se considerarmos que a visão de uma criança é um dos sentidos mais importantes para ela conhecer e se reconhecer no mundo, aprender e interagir, a expressão ajuda também a percebermos o quanto o “olhar”, ou seja, a capacidade de ver os detalhes, as cores, as formas de tudo a sua volta, precisa de atenção e cuidados para que seja preservado da melhor forma possível.

    Hoje, mais de 20% das crianças em idade escolar sofrem com algum tipo de problema de visão. Ou seja, uma a cada quatro crianças apresenta miopia, hipermetropia, estrabismo ou outra dificuldade visual. Dados do Conselho Brasileiro de Oftalmologia mostram que 12% das crianças em idade escolar e pré-escolar precisam de óculos. Essa realidade pode ser consequência do grande esforço intelectual que as crianças vivem desde o nascimento. A televisão, o computador e o vídeo game estão também entre as principais causas dessa realidade. Estes aparelhos exigem muito do sistema visual da criança, chegando a impedir, em alguns casos, seu adequado desenvolvimento.

    Muitos pais, e até mesmo professores, têm dificuldade para perceber que os pequenos apresentam alguma dificuldade para enxergar, e este problema se reflete no aprendizado em sala de aula. Segundo oftalmologistas, 57% das crianças com problemas visuais são desatentas e agitadas. Daí a importância de reconhecer os sintomas o mais cedo possível e levar a criança ao médico. Os olhos se desenvolvem até os 7 anos e a falta do uso de óculos quando há a necessidade até essa idade agrava alterações como miopia, astigmatismo e hipermetropia (chamados de vícios de refração), o que pode levar ao estrabismo, devido ao esforço visual, e à perda da visão num dos olhos (ambliopia ou olho preguiçoso), a principal causa de cegueira infantil.

    O primeiro exame de vista deve acontecer aos 3 anos de idade, quando há histórico familiar de problemas de visão. Se os pais são míopes ou têm algum outro vício de refração, a criança deve ser levada ao oftalmologista aos 2 anos. Algumas dificuldades visuais também podem ser detectadas logo que o bebê nasce com o teste do olhinho, fazendo uso do oftalmoscópio. Este instrumento incide luz sobre a pupila (a parte escura no centro do olho que muda de tamanho de acordo com a intensidade do feixe luminoso sobre ela) para que se possa observar o reflexo retiniano. Na ausência de reflexo ou em casos de assimetria, o recém nascido deve iniciar um acompanhamento oftalmológico. O teste do olhinho previne e diagnostica doenças como a retinopatia da prematuridade, catarata congênita, glaucoma, retinoblastoma, infecções, traumas de parto e a cegueira. Segundo dados estatísticos, cerca de 3% dos bebês em todo o mundo apresentam algum desses problemas.

    Se o seu filho apresenta dor de cabeça ao sair da escola, tem olhos irritados ao fazer suas tarefas escolares ou franze a testa no momento de ler, é possível que ele apresente dificuldade para enxergar. Leia abaixo dicas de como reconhecer alguns dos principais problemas de visão nas crianças:

    - as crianças que sofrem de miopia, se caracterizam por não verem corretamente objetos ou pessoas que se encontram distantes. As crianças podem apertar os olhos para focalizar melhor. Aquelas que não usam óculos, normalmente, são mais tímidas e distraídas, e preferem atividades como a leitura, pintura ou trabalhos manuais. Os sintomas podem ser confundidos com transtornos da escrita, como é o caso da dislexia, já que muitas crianças, por não conseguirem ter uma boa definição visual, podem trocar, ao copiar de uma lousa, letras como o p pelo q, ou a letra d pelo b;

    - a hipermetropia é justamente o contrário da miopia. Os afetados pela hipermetropia têm uma percepção borrada de objetos próximos. É normal das crianças, ao forçar a vista, apresentarem dor nos olhos ou cabeça, lacrimejarem e piscarem frequentemente. Geralmente, preferem brincar ao ar livre;

    - uma criança com astigmatismo tem uma visão deformada das coisas, tanto de longe como de perto. A doença pode estar associada à miopia ou à hipermetropia, apresentando sintomas de ambas as patologias;

    - ambliopia ou olho vago, consiste na perda parcial da visão em um ou nos dois olhos. Não pode ser corrigida com lentes. A melhor forma de combatê-la é detectá-la e tratá-la antes dos 7 anos (idade da maturidade visual). Se não for tratada precocemente pode resultar numa grande perda de visão do olho afetado, já que este não se desenvolve adequadamente e, pouco a pouco, deixa de enxergar;

    - o estrabismo é uma perda de paralelismo dos olhos, onde cada um deles foca em uma direção diferente. Esse defeito ocular supõe um problema grave do sistema visual que deve ser avaliado imediatamente por um especialista. O tratamento do estrabismo, de modo geral, é feito com o uso de óculos, oclusão (tampão em uma das lentes) e em alguns casos, cirurgia. O ideal é que o tratamento seja feito até os 7 anos de idade. Após esse período, a recuperação da visão torna-se mais difícil.

    Outra questão importante no processo de maturidade visual é o estímulo para que esse processo ocorra da melhor forma possível. Pintura, desenho, construção de objetos e montagem de quebra-cabeças são algumas brincadeiras que devem ser estimuladas para ativar o cérebro e exercitar os olhos. O bebê não nasce, por exemplo, com visão tridimensional, mas a desenvolve através do movimento dos olhos, da forma como vê e pega os objetos e da movimentação espacial. As ações que estimulam as áreas cerebrais que avaliam a distância e a profundidade garantem que a criança, no futuro, tenha também maior segurança e facilidade no uso de suas habilidades visuais.

    Dicas de como os pais podem identificar possíveis problemas de visão nos filhos

    Observe se a criança:

    - em vez do reflexo vermelho, que normalmente surge nas fotografias domésticas, ela apresentar uma mancha branca nos olhos;

    - não liga pontos sequencialmente de modo claro e rápido;

    - fica com a cabeça muito próxima ao livro de histórias;

    - só consegue ler se usar o dedo para acompanhar;

    - quando lê, tende a tombar a cabeça para um lado;

    - não troca sempre de lápis de cor;

    - tropeça com freqüência;

    - demora a chutar uma bola;

    - não gosta de brincar de encaixar peças.

    Demonstre que você é um pai ou uma mãe de visão. Na identificação de qualquer um desses padrões de comportamento, leve seu filho imediatamente para consultar um oftalmologista.

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  • 10 alimentos ricos em cálcio, mas em leite!
    05/06/2015 - 17:16

    O Cálcio é um mineral essencial para a construção e manutenção dos ossos e dos dentes e é muito importante que seja ingerido em quantidades adequadas, especialmente, durante a infância, pois é nesta fase da vida que se criam as reservas no organismo para o resto da vida.

    O cálcio ajuda também com as contrações musculares e a coagulação sanguínea. Por isso, é recomendável atingir a ingestão necessária de cálcio por dia (cerca de 1.000 mg) para um adulto saudável.

    Como algumas pessoas não toleram bem o leite e seus derivados, alimentos riquíssimos nesse mineral, para esses, existem outras opções naturais de Alimentos Ricos em Cálcio que não contém leite, já que o consumo desse mineral é essencial para a prevenção da osteoporose, doença que deixa os ossos porosos e frágeis a fraturas.

     

    Veja os 10 Alimentos Ricos em Cálcio que não contém leite.

     

    1. Aveia - A Aveia não costuma ficar de fora do cardápio de quem está de dieta. Além disso, é uma boa opção de alimentos ricos em cálcio que não contém leite, pois a cada 100g do cereal contém cerca de 250 mg de cálcio;

     

    2. Couve - O Couve é um dos vegetais mais usados no mundo por ser rico em muitos nutrientes. É uma ótima alternativa ao leite, pois cada 100g contém cerca de 130 mg de cálcio;

     

    3. Manjericão - O Manjericão é uma boa opção de tempero rico em cálcio. Cada 100g do seu consumo contém cerca de 211 mg de cálcio;

     

    4. Semente de Gergelim – cada 100g dessa semente contém cerca de 420 mg de cálcio;

     

    5. Grão-de-bico - O Grão-de-bico é rico em muitos nutrientes, principalmente em cálcio. Cada 100g do seu consumo contém cerca de 113 mg de cálcio;

     

    6. Brócolis - O Brócolis é uma excelente fonte de cálcio, ácido fólico, antioxidantes, fibras e vitaminas A. Além disso, a cada 100g contém cerca de 210 mg de cálcio;

     

    7. Sardinha - A Sardinha é conhecida por ser fonte da boa gordura, o ômega 3. Além disso, a sardinha também é fonte de cálcio; cada 100g contém cerca de 440 mg de cálcio. O melhor é que ela também é rica em vitamina D, essencial na absorção do cálcio;

     

    8. Rúcula – Poucos sabem, mas a Rúcula é uma boa alternativa ao leite. Cada 100g do seu consumo contém cerca de 116 mg de cálcio;

     

    9. Salsa: A Salsa é um excelente tempero. Além do seu valor na culinária, ela é uma boa opção de alimento rico em cálcio. Cada 100g contém cerca de 165 mg de cálcio.

     

    10. Laranja - As frutas cítricas não são apenas ricas em cálcio, mas também contêm vitamina D, que é essencial para a absorção do cálcio no corpo. Cada 100ml do seu suco contém cerca de 39 mg de cálcio.

     

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