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  • Em Análises Clínicas, agilidade é fundamental
    22/05/2016 - 12:31

    "O procedimento médico indicado só é eficaz se aplicado em tempo hábil." Sempre focado nisso, o Laboratório Multianálises acaba de implantar um sistema que permite aos médicos do Hospital Santa Lúcia acesso instantâneo aos resultados dos exames dos pacientes baixados ou em atendimento.

    No exato momento que o profissional finaliza a análise da amostra no laboratório, o médico recebe os dados no hospital. Essa agilidade abre uma janela importantíssima para que as providências necessárias sejam tomadas com antecedência e, naturalmente, mais eficiência. Ações que salvam vidas e promovem uma recuperação mais confortável.

    Saiba mais, ligue 55.3303.4989

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  • Motoristas Profissionais e os exames toxicológicos obrigatórios
    10/04/2016 - 17:56

    Desde o dia 2 de março de 2016, o Laboratório Multianálises vem recebendo motoristas profissionais que buscam realizar com agilidade e precisão os exames toxicológicos exigidos pelo Contran.

    Para quem ainda não está por dentro do assunto, nesse dia entrou em vigor a Resolução 517, criada pelo Conselho Nacional de Trânsito, que exige de motoristas de caminhões, ônibus e vans a apresentação de exames toxicológicos de larga janela de detecção, juntamente com os demais exames médicos obrigatórios, como condição para obter ou renovar a carteira de habilitação nas categorias C, D e E.

    O teste de drogas deve ser realizado a partir de amostras de queratina (cabelo, pelos ou unhas), e tem validade de 30 dias, a partir da data de sua expedição. A análise no cabelo indica a presença de vestígios de álcool, maconha, cocaína e crack, por exemplo, e fornece uma visão do uso ou abstinência dessas substâncias por um período de meses ou até anos. Para obter um resultado negativo na análise, o candidato precisa se abster pelo período de, pelo menos, três meses, o que é difícil para usuários habituais ou dependentes químicos.

    Esperamos você para agilizarmos o seu exame.

     

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  • ENDOMETRIOSE - O que é?
    29/09/2015 - 09:25
    Doença caracterizada pela presença do endométrio – tecido que reveste o interior do útero – fora da cavidade uterina; ou seja, em outros órgãos da pelve: trompas, ovários, intestinos e bexiga.
     
    Todos os meses, o endométrio fica mais espesso para que um óvulo fecundado possa se implantar nele. Quando não há gravidez, esse endométrio que aumentou descama e é expelido na menstruação. Em alguns casos, um pouco desse sangue migra no sentido oposto e cai nos ovários ou na cavidade abdominal, causando a lesão endometriótica. As causas desse comportamento ainda são desconhecidas, mas sabe-se que há um risco maior de desenvolver endometriose se a mãe ou irmã da paciente sofrem com a doença.
     
    É importante destacar que a doença acomete mulheres a partir da primeira menstruação e pode se estender até a última. Geralmente, o diagnóstico acontece quando a paciente está na faixa dos 30 anos.
     
    Hoje, a doença afeta cerca de seis milhões de brasileiras. De acordo com a Associação Brasileira de Endometriose, entre 10% a 15% das mulheres em idade reprodutiva (13 a 45 anos) podem desenvolvê-la e 30% tem chances de ficarem estéreis.
     
     
    SINTOMAS
     
    Os principais sintomas da endometriose são dor e infertilidade. Aproximadamente 20% das mulheres têm apenas dor, 60% têm dor e infertilidade, e 20% apenas infertilidade.
     
    Existem mulheres que sofrem dores incapacitantes e outras que não sentem nenhum tipo de desconforto. Entre os sintomas mais comuns estão:
     
    • Cólicas menstruais intensas e dor durante a menstruação;
    • Dor pré-menstrual;
    • Dor durante as relações sexuais;
    • Dor difusa ou crônica na região pélvica;
    • Fadiga crônica e exaustão;
    • Sangramento menstrual intenso ou irregular;
    • Alterações intestinais ou urinárias durante a menstruação;
    • Dificuldade para engravidar e infertilidade.
     
    A dor da endometriose pode se manifestar como uma cólica menstrual intensa, ou dor pélvica/abdominal à relação sexual, ou dor “no intestino” na época das menstruações, ou, ainda, uma mistura desses sintomas.
     
     
    DIAGNÓSTICOS
     
    O diagnóstico de suspeita da endometriose é feito por meio de exame físico, ultrassom (ultrassonografia) endovaginal especializado, exame ginecológico, dosagem de marcadores e outros exames de laboratório.
     
    Atenção especial deve ser dada ao exame de toque, fundamental no diagnóstico da endometriose profunda. Em alguns casos, o médico ginecologista solicitará uma ressonância nuclear magnética e a ecocoloposcpia.
     
     
    EXAMES
     
    A endometriose ainda é uma doença difícil de diagnosticar por meio do exame físico, ou seja, realizado durante a consulta ginecológica de rotina. Dessa forma, os exames de imagem são mais adequados para indicar a possível existência do problema, que será confirmada posteriormente por meio de exames laboratoriais específicos.
     
    Entre os exames de imagem que podem sinalizar a endometriose, destacam-se:
     
    Ultrassonografia transvaginal – Procedimento de menor custo, que permite a identificação de endometriomas, aderências pélvicas e endometriose profunda.
     
    Ressonância magnética – Exame mais caro, a ressonância magnética apresenta melhores taxas de sensibilidade e especificidade na avaliação de pacientes com endometrioma e endometriose profunda.
     
    Para identificar a existência da endometriose, outros exames complementares ainda podem ser solicitados pelo médico, como a ultrassonografia transretal, a ecoendoscopia retal e a tomografia computadorizada. Após a identificação de alguma alteração, o médico poderá optar por realizar uma biópsia da lesão encontrada, de modo a confirmar o diagnóstico. Essa avaliação será realizada por meio de exames chamados laparoscopia e laparopotomia.
     
    Laparoscopia – Permite tanto o diagnóstico como o tratamento da paciente. O procedimento é realizado através de pequenas incisões na barriga, e a introdução de instrumentos telescópicos para a visualização, e se for o caso, para a retirada das lesões. A laparoscopia também permite a coleta de material para avaliação histológica e o tratamento cirúrgico das lesões. O ideal é que seja realizado após o término da fase de avaliação por meio dos métodos de imagem, permitindo que o diagnóstico e o tratamento possam ser feitos de maneira integrada – e evitando, assim, múltiplos procedimentos. A Laparoscopia é mais vantajosa que a Laparotomia, porque envolve um menor tempo de hospitalização, anestesia e recuperação, além de permitir uma melhor visualização dos focos da doença.
     
    Laparotomia – É o procedimento tradicional e considerado mais invasivo em comparação à Laparoscopia.  Envolve uma incisão abdominal maior para acessar os órgãos internos, e pode ser indicada pelo médico dependendo das necessidades da paciente.
     
    Hoje em dia, no entanto, existem diversos tipos de tratamentos não invasivos, que podem reduzir o número total de procedimentos a que a paciente é submetida. Vale ressaltar que a endometriose é uma doença crônica, e por isso o acompanhamento médico contínuo é fundamental.

     

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